Em Campinas, o rooftop deixou de ser um extra e virou critério de decisão. Compradores exigentes passaram a procurar, na planta, uma área privativa no topo da casa — espaço que une lazer, vista e valorização patrimonial em um só metro quadrado.
Por que o rooftop virou padrão
O rooftop é uma área no topo da residência projetada para lazer, descanso ou convívio social. Pode incluir espaço gourmet, lounge, ponto para jacuzzi, jardim e soluções de sustentabilidade como energia fotovoltaica. Diferente de uma varanda ou de um quintal, o rooftop aproveita uma área que antes ficava ociosa — e a transforma no cômodo mais desejado da casa.
Onde essa arquitetura já está no chão
O Taquaral concentra alguns dos exemplos mais recentes. O Lake Louise, com apenas 37 casas exclusivas de 136 a 195 m², oferece rooftop privativo com piscina em cada unidade. O Oni Dijon, no Alto Taquaral, entrega rooftop gourmet com infraestrutura para jacuzzi em todas as 21 casas do condomínio. Já o Club House Taquaral, com previsão de entrega em 2027, projeta rooftop com espaço para spa privativo em suas 29 unidades triplex.
Um critério que se tornou financeiro
Mais do que estética, o rooftop tem se mostrado um diferencial de liquidez. Empreendimentos com essa proposta têm concentrado a demanda mais qualificada do mercado de alto padrão em Campinas, especialmente em bairros consolidados como Taquaral e região Dom Pedro — onde o metro quadrado já supera os R$ 9 mil.
Para quem avalia uma casa em Campinas hoje, o rooftop deixou de ser diferencial e passou a ser pergunta obrigatória na visita.